terça-feira, 30 de setembro de 2008

Closer*

Os rastros apareceram novamente.
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E sim, quando você desiste de algo, desencana, acha que nada passa de pura imaginação de uma adolescente de 15 anos que esqueceu de crescer, as coisas simplesmente acontecem, surgem, desafloram (ô palavrinha estranha...) E você fica sem ação, porque depois de tanto fora é melhor ficar de boca bem fechada pra não pagar mico de novo.
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Laisse faire, laisse passer - Deixa ser, acontecer...
Dá pra ver de perto o que antes era embaçado. A brisa suave e fria vai entrando e tornando as imagens mais nítidas, reais, próximas* e de repente você gosta do que vê.
É, dá até vontade de explorar o território, que por sinal é uma incógnita. Não há endereços disponíveis, não se sabe que caminho tomar, como chegar lá. Na verdade não se sabe nem ao menos se é bom ir ou não...
Um caminho desconhecido é sempre um desafio. Pode-se ir bem como também pode-se ir mal...
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Alguém já assistiu "Nunca é tarde para amar?" (como se milhões de pessoas fossem responder a este post...) Enfim, que seja pra eu mesma acreditar: O filme é bom. Eu enrolei mas devido a algumas inquietações resolvi assistir. É suave mas vale pensar no assunto e de quebra desencanar com o detalhe.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Acesso

"Lembro que já faz um tempo que não venho aqui, posso ver a velha caixa de sapatos com as nossas fotos sendo enterrada pela poeira e pelas teias de aranha. Talvez seja assim também com o nosso passado, guardado nos pensamentos recônditos, com apresentações-surpresa de teatro de sombras nos momentos de silêncio. Por vezes não consigo lembrar do seu rosto e me sinto tentado a abrir a caixa, porém, algo me impede, pode não fazer muito sentido, mas penso em como pode demorar para a camada de pó se assentar novamente, e em quão trabalhoso foi o processo de tecer as teias que a cercam, pode ser essa a minha segurança.Não é a minha vontade, mas um dia este quarto pode ser esquecido, os intervalos entre as minhas visitas têm sido cada vez mais longos, como uma pedra arremessada na água, as ondas vão desaparecendo à medida que se afastam do ponto de colisão, talvez seja erguido um muro de tijolos sobre sua porta e, se assim for, só o descobriria novamente se meu mundo desabasse.Entenda que eu não quis trancar a caixa de fotos aqui, não vou ser hipócrita e dizer que ela não cabia nos cômodos que eu sempre visito, pois sempre há espaço, mas precisava deixá-la em algum lugar, longe da minha visão. Acredito que sempre podemos nos desfazer das coisas que lembram, mas a lembrança em si sempre vai continuar escondida em algum canto."

sábado, 27 de setembro de 2008

Pronta.
Depois de um longo e tenebroso inverno.
Pronta para por a cara para fora da porta
e viver!
Dirty Dancing - 1987

Às vezes é melhor fechar a porta e perder a chave

Há algum tempo eu li sobre ciclos. Ciclos da vida.
Tudo gira em torno de um ciclo e alguns acabam mais rápido do que outros.
Infelizmente a Lei de Murph parece contrariar nossa vontade de deixar tudo de ruim acabar logo. Simplesmente e de forma incontrolável tudo que é bom acaba logo e o que é ruim parece nunca ter fim. Na vida cristã chamamos isso de Tempo. Tempo de Deus. Para tudo há um tempo determinado. Não adianta chorar, teimar, bater o pé... enfim, já está escrito e nada muda. Temos que viver o Tempo, independente do que ele esteja trazendo no momento.
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Conheci uma pessoa estes dias. Seu nick no msn dizia:
Às vezes é melhor trancar a porta e perder a chave.
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Fiquei pensando nisso estes dias. Quantas vezes estamos atrás de uma chave... Uma única chave que mude uma situação, uma vida, um coração.
Uma chave que abriria a porta certa. A Porta! E nada de encontrarmos. Tentamos várias chavinhas na fechadura, uma a uma e nada abre a bendita. Até que você resolve jogar não a chave, mas o chaveiro todo.
Mas existe o contrário também e é nisso que eu me deti. Tem situações em que "nós" precisamos fechar portas. Ah, como é difícil. Existem portas que são imensas, pesadas, e que parecem exigir tanta força para serem fechadas que nem mesmo nossas duas mãos e a força do corpo são capazes de empurrá-la.
Portas assim têm quer ser fechadas, trancadas, e sim (meu amigo japa-suíço) deve-se jogar a chave fora. Porque nós, pobres seres mortais amamos voltar atrás nas decisões, amamos abrir portas, desenterrar mortos, reviver cenas traumáticas.... Afff ninguém merece isso!
Por isso, seja como for, doa ou não, fácil ou difícil, se existe uma situação em nossa vida que não procede com o que Deus tem sonhado para nós, eu acredito e não abro mão: Devemos fechar a porta e jogar a chave.
Isso é perder? Sofrer? Humilhar-se?
Para mim não. Para mim é crer numa porta bem maior e que será aberta não por nós mas por Aquele que sonha conosco. Por Aquele que sabe o melhor, por Aquele que possui a verdadeira chave.
Eu tenho vivido isso.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Que raio é essa saudade?
Eu já tentei, juro que já tentei entender mas não dá. Foge à minha sanidade. Talvez seja por isso. Talvez saudade seja insanidade...
Não sei mas, quando ela pega, dá um nó forte. O coração parece querer entrar em algum recôncavo escondido no peito. A fala dá lugar ao silêncio. Um silêncio apertado, às vezes abafado pelo choro.
E o que nos faz sentir saudade?
Pode ser uma foto, uma música, um objeto, um cheiro. Ah eu amo os cheiros... Eles são tão únicos, tão inconfundíveis. Às vezes é um filme, uma roupa, enfim, qualquer coisa serve pára trazer a bendita saudade à tona, E quando ela chega, pode parar o que você está fazendo, porque ela vai querer atenção exclusiva. Vá para um lugar privativo, de preferência, com papel por perto, papel tipo lencinho, porque você vai precisar. Sente-se ou deite, como achar melhor e pronto. Deixe rolar. A mente se encarrega do resto. Ela lhe fará lembrar os melhores momentos, os difíceis, os incompreendidos até hoje, os choros, as brigas, as voltas, os beijos, os abraços, os olhares e claro o fim, caso contrário não seria saudade. Seria qualquer outra coisa, menos saudade.Saudade tem a ver com fim e fim tem tudo a ver com saudade.
O que eu concluo de tudo isso? Que estar mal me faz querer escrever e nessa eu viajo.
Hoje estou com saudades. Saudades de muitas coisas, coisas que tive e que nunca tive. Saudades de amigos, momentos que não voltam, beijos que não foram dados, abraços de "The end".
Saudades de pessoas que se foram pra sempre e daquelas que eu mesma tirei da minha vida. Saudades de me sentir amada e acolhida por ser que eu sou, sem máscaras e tipos. Saudades de ser feliz, de sorrir com gosto e fazer as coisas por prazer.
O que me fez sentir tudo isso hoje? Um email. Um único email.
Hoje eu estou com saudades!

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Seu olhar - Parte III

[...]
Se fosse permitido, poderia passar horas vendo o futuro em seus olhos*. Eu, e acredito não ser a única, aprecio o belo: observo seus olhos como quem está diante de uma obra de arte - o seu retrato na parede do meu quarto.
* No dicionário, ver "magnetismo".

E quando você me retribui o olhar, mesmo que por um só instante, lamento e festejo meus segredos revelados. Te entrego minha maior nudez*. Quando você, entre minhas pernas, confere meus olhos ou quando você me fita enquanto refoga na manteiga uma cebola ou quando você me encara no ensaio de uma briga, faço anotações mentais, nomeio e em seguida enumero cada um dos seus olhares, que compõem a minha já extensa coleção.
* No dicionário, ver "rendição".

O seu olhar embaça o entorno, como hoje cedo, depois do banho quente*. É como se, em um levantar de sobrancelhas (prometo apará-las ainda nesta semana), você tirasse meus pés do chão. E me tomasse para si. É como se, em um olhar, o mais demorado, você me pedisse a mão. E eu, em silêncio, respondesse com um suspiro.
* No dicionário, ver "vaporização".

Quando você me olha, poderia ficar paralisada até completar 100 anos*. Mas dou risada, pisco como nos desenhos animados, enrosco a cabeça no pescoço, quero fazer charme - não sei se consigo, mas me sinto em um daqueles momentos em que tudo faz sentido.
* No dicionário, ver "hipnose".

Até que um dia, a despeito de todo o carnaval, assim como começou, você vai me oferecer um olhar que até então será inédito, e seus olhos entrarão nos meus com o peso da última vez*.

* No dicionário, ver "dor".

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Ei, ei, ei...
O frio continua!!! Muuuuuiiiiiiitooooo frio!!!!!!!
Vontade de ficar na cama pensando na vida com uma xícara de chocolate quente...
Hummm e bem no dia da sua folga de meio dia, uma manhã sagrada em que os olhinhos só abrem às 9:00 da manhã, um infeliz liga no seu celular que por sinal está embaixo do travesseiro. Você atende o telefone de boca pra baixo, demora pra entender se é um sonho e com um olho meio aberto não reconhece o número.
O infeliz pergunta quem está falando. Demoro uns segundos para pensar. Respondo: Danusa. Silêncio... _Alô - eu digo - e ouço o famoso TUM TUM TUM.
Antes de eu pensar em alguma coisa pra responder o sonho que tinha parado com o toque do celular continua. Eu me ajeito, ainda com raiva mas enfim... Cubro a cabeça e me entrego...
30 minutos depois...
_ Vamos levantar aí gente!!!!!!!!
(É como meu pai me acorda toda as manhãs, pois apesar de eu por o relógio e o celular pra despertar eles não são suficientes...)
_ Vamos!! Já são 6:40h!!
Levanto a cabeça e olho para a porta. Não consigo acreditar.
Paiiiiii eu não trabalho hoje cedooooooo!!!!!!!! Minha vontade de gritar é tão grande, tão grande... Mas aí eu lembro que é meu pai, meu principe encantado que apesar de ter defeitos ainda é o homem mais lindo deste mundo.
Então com muita paciência eu explico à ele porque não vou me levantar.
Ele se arrepende e só falta ajoelhar... Eu digo que não precisa tanto, apenas que me deixe dormir...
E eu tento. Mais uma vez me cubro até a cabeça, me ajeito e me entrego...
Não sonho. Que sonho resisitiria a 2 interrupções?
Escrito por Danusa -a dorminhoca.

Seu olhar - Parte II

[...]Coloquei seus óculos entre os meus seios num presságio do que viria depois* e vi em seus olhos um homem com açúcar mascavo, mel e hortelã. A despeito de todo o carnaval, nossos olhares pertenceram um ao outro por uma longa seqüência de minutos, que, no compasso do meu coração, durou a vida inteira: flerte, beijos, amassos, eu-te-amos, alianças, mamadeiras, implicâncias e baralho aos domingos. Tudo começa com um olhar e, depois desse primeiro, viriam outros, tantos, dúbios, loucos, vermelhos, exaustos, inclusive o olhar que trocamos, ontem, antes de dormir.
Dou risada, pisco como nos desenhos animados, enrosco a cabeça no pescoço, quero fazer charme - não sei se consigo, mas me sinto em um daqueles momentos em que tudo faz sentido
* No dicionário, ver "sedução".
[ continua....]
Danusa by Danusa: Por que somos assim???

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Quando procurei seus olhos pela primeira vez, você estava de óculos escuros. Na terceira frase, nossa terceira frase, tomei a liberdade de tirá-los, como se fossem meus, como se você já fosse meu, como se um dia você pudesse ser todo meu, só meu - quem sabe, hoje*.
* No dicionário, ver "desejo".
Quer ler o resto?
Setembro - quase primavera - e o frio tá pegaaaannndoooooo!!!!!!!
Sim eu amo o frio. As pessoas são mais chiques, bonitas, glamourosas. Não tem aquela exibição pré-virilha e pós-peito do verão. Os homens são mais cheirosos, charmosos e diga-se de passagem o amor parece ser muito mais comum entre as pessoas. Deve ser porque ficar abraçadinho no frio deva ser bom, muito bom. Deva não. É. Não é porque não sei disso há muito tempo que já tenha esquecido como é. Como uma grande e velha amiga sempre dizia: A gente nunca esquece como anda de bicicleta.
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E você que não tinha saco pra msn vê-se entrando nele todas as noites...
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Minha mãe acaba de entrar no quarto e ver a foto num blog, de duas garotas se beijando.
ES-CAN-DA-LI-ZA-DA!!!!
Me pergunta o que é aquilo... afffff
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E hoje, depois de 10 anos eu finalmente esqueci o avental.
Minha roupa de mulher maravilha ficou em casa. Mas nem por isso deixar de dar meu show. Sim porque encaro cada aula como um show. Não importa o que pensem. Vivo tudo com intensidade. Amo o que faço então me sinto realizada! Com ou sem a roupa fantástica eu enfrento o dia.
Mas como a vida sempre nos reserva amigas, ou às vezes, marido de amiga, o bom afilhado pegou no armário de sua esposa um avental para mim.
E, ainda bem que, aquela costureira faz tudo do mesmo tamanho trocando apenas o selo, porque caso contrário a roupa de minha afilhada rasgaria ao meio quando eu enfiasse os braços... sim ela usa PP e eu, bom, nem preciso dizer né? Mas o tal entrou, não abotou claro, porque aí seria demais. Nem os meus conseguem essa proeza!
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Os rastros do outro dia foram vistos hoje, rapidamente, mas o suficiente para serem notados. Acontece que a idade me assustou. Talvez seja melhor me manter quietinha, na toca, sem perguições ou imaginações.
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Eu aprendi mais uma esses dias: DANUSÔMETRO.
Foi o que um de meus alunos, muito bom por sinal, disse que tem adaptado à ele. Isso porque ele sente minha presença de longe. Fala sério. É por essas e outras que eu amo essa gente (como eu já disse aqui) chamada aluno. Essa é pra você João Paulo!!!!
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Sim..... o msn está ligado mas com o simbolo de OCUPADO. Pra mim e pra mais pessoas.
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Mas, vamos nessa que ainda tem mais um livro para ser lido e montado prova. Ainda bem que a TPM passou e eu não estou mais chorando... Misericórdia, haja lágrima pra tudo isso.
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Bridget X TPM

Faz tempinho né? Muito atarefada, muito cansada... Parecendo ter mais idade do que realmente tenho... rsrsr
Dias normais, crises normais - alguma nem tanto - Alunos que ocupam minha mente dentro e fora da escola. Dentro tomando conta, fora pensando no que é melhor para eles.
E assim a vida continua. Eu falando muito, pensando muito, querendo muito algumas coisas e tentando me desvencilhar de outras. Alguns me ouvem, outro fingem, outros nem me olham. Eu persisto, Nunca fui de entregar os pontos. Continuo! Sou obstinada - às vezes até demais.
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Ontem conheci uma pessoa muito legal, mais virtualmente que pessoalmente. Um japonês com nome suíço, rsrsrsr.
Amigos nunca são demais nessa vida, ainda mais quando eles chegam em momentos que você se sente tão só, na TPM por exemplo, ninguém merece essa fase.
Você chora por tudo e nada. Assisti Bridget Jones pela milionésima vez e me debulhei em lágrimas. Li os livros do 7º e 8º ano e chorei feito condenada.
Fala sério...
Isso não pode ser normal!

domingo, 7 de setembro de 2008

Thanks Cruela

Gentemmmm I Don't Believe!!!!!!
Recebi uma visita INCRÍVELLLL!!!!!!
Não, eu não a conheço, assim pessoalmente, mas de tanto ler seus posts parece alguém já bem familiar.
Sim, vale a pena!!!!
E eu pobre e mera mortal que sonho um dia em escrever tão bem como ela me senti mais que honrada com a visita!
Thanks Cruela !!!!!!!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Afff, o que acontece em alguns dias??
A gente simplemesmente vê imagens invertidas?
Por que em alguns dias o que sempre te pareceu normal toma um proporção diferente?
Não, não é a TPM. Nem a ansiedade. Nem a saudade e menos ainda a carência.
Tá eu sei, estou respondendo minhas próprias indagações. São perguntas retóricas mas dignas de um segundo olhar...
Eu só queria saber porque cargas d'água, um belo dia a gente esbarra naquilo que vê sempre e, como num filme em câmera lenta, os olhares se cruzam, os sorrisos se correspondem e o coração resolve dar um sustinho. É, um sustinho, porque susto, suuusssto eu não tenho há muito tempo (não que não faça falta).
Bom, mas tudo isso acontece num piscar de olhos, numa fração de segundos. O outro nem percebe. Mas você está ali, presa ao momento, com aquela sensação estranha de que alguém passou e não fechou a porta, aquela sensação de acordar no meio da noite com um barulho e não escutá-lo mais. Aquela sensação de que alguém "esteve ali" entende?
Não. Não entenda. Porque nem eu entendo.
Eu sei que alguém "passou" e por algum estranho motivo eu quero seguir seus rastros.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Iluminismo e muito mais...

Cansada.
Segunda-feira é um dia cansativo, ainda mais com reunião após o período... Das 7:30 às 21:00 não pra quem é mole não! Mas valeu a pena, ao menos pelas aulas sobre Iluminismo, nunca me imaginei ensinando isso. Juro que se eu soubesse desse futuro tão próximo teria prestado mais atenção às aulas do Fernando. Ah Fernando que saudades de você mestre...
E sim pelos meus alunos sempre vale a pena um dia puxado. Um 8º ano que ensaia um pagode (a musiquinha da Mariana) mas não canta nem por reza brava. Um C* que bate cartão na sala da diretora mas que curte a História. Um T C* da vida (ou Jaiminho) que puxa o saco e estressa qualquer ser humano - professor . E muitos outros que com o tempo (e a pedido do C* eu colocarei aqui, em posts especiais).
Foi assim que setembro começou. E sim muito mais virá. E que venha. Eu estou aqui, e não é por acidentem nem por acaso!
Post dedicado especialmente ao Cláudio, por me encher hoje de manhã, querendo aqui uma homenagem. Bjos queridão!