segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Hoje não!



Naquele dia ela não queria vê-lo. Não queria ouvi-lo, nem mesmo sua risada que tanto lhe fazia bem.

Naquele dia ela queria um tempo, uma distância - não exatamente de corpo - mas de alma, de espírito. Queria sentir-se sem ele, sem o pensamento estar nele como vinha ocorrendo ultimamente. Queria se conhecer de novo sem aquele sentimento viciante, aquela saudade enlouquecida. Sem a voz dele no telefone ou suas palavras numa mensagem virtual.

Não. Naquele dia não.

Ela queria sair de cena e ver "a" cena. Ver como estava se comportando e onde aquilo a levaria se as coisas continuassem daquele jeito.

Ela havia decidido que aquele dia seria assim, sem "oi" sem "tchau".

_Vamos ver se aguento - Ela pensou... Não foi fácil, ela me confessou depois, alías, disse ela: _Foi como uma crise de abstinência. Você já teve uma? Ela me perguntou. Eu fiz que não com a cabeça, mas logo pensei na Pit e naquela música que eu amo: " Na sua estante". Eu ia comentar com ela mas não deu, ela continuava a dizer o quanto aquele dia tinha sido difícil, quantos conflitos ela viveu na mente e no coração, quantas coisas ela teve que encarar e aceitar que eram dela, que vinham dela. Que ela não era a vítima. _ Mas também não sou culpada - ela logo emendou...

Eu a olhei ali, depois de um dia tão corrido e solitário de alma e queria dizer à ela que eu sabia como era aquilo, mas me limitei a ouvir, a estender meu ombro e a deixar o silêncio fazer sua vez enquanto algumas lágrimas lhe escorriam pela face.

Naquele dia ela decidiu não vê-lo na esperança de pensar menos. Mas nunca pensou tanto nele num mesmo dia...


Layz, amiga blogueira, não sei porque

este post me lembrou você...

Te dedico ele.

Como as coisas funcionam...

euzinha... de pijama e no computador...


De manhã, logo após acordar eu preciso de silêncio... Todo mundo aqui em casa sabe disso mas eles nem ligam, dizem que preciso mudar. Alguém muda aos 28?? Enfim, eu preciso de silêncio pra pensar, me organizar... Gosto do rádio baixinho na Bandeirantes para ouvir as notícias e principalmente as horas porque a Lú passa aqui ás 7:15 em ponto.

À tarde, quando chego por volta das 19:00h eu quero falar! Falar, contar meu dia, as angústias, as dores, as alegrias, as raivas... Deixo a bolsa com as apostilas na área, a bolsa de documentos no quarto e sento à mesa para tomar café com meus pais. Isso é sagrado. Ali meu pai conta seu dia, eu conto o meu e minha mãe fica tentando fazer a gente mudar de assunto, porque ela não aguenta mais ouvir de correria e serviço.

Minha mãe segue para a sala, meu pai para o banho e eu para o computador que eu já tinha ligado quando cheguei.

Entro na net, leio meus emails, deletos uns, encaminho outros, respondo os importantes. Entro no orkut e no blog... Daí percorro minha lista: Leio os post da Layz do Shoiti, do Vini e o Pseudônimos...

Quando acabo eu já estou relaxada, leve e pronta, daí um banho gostoso e o que mais a agenda pedir.

domingo, 30 de agosto de 2009

Sim, sim; Não, não

Por que será que as pessoas insistem em dizer uma coisa com os lábios e outra com o rosto, com o corpo, com os gestos??
Seja franco, seja autêntico.
Seja a nossa palavra "Sim, sim; não, não; pois o que passa disso é procedência maligna".
O "talvez" traz dúvidas e esta é o oposto da fé... O "talvez" traz ansiedade, pensamento perturbado e falta de paz no coração.
Há a alguma coisa de Deus nisso?? Não.
Então, se você ainda tem dúvidas sobre alguma coisa, limite-se a não responder certas perguntas como se já tivesse as certezas, limite-se a não demonstrar algo que não é verdadeiro. Você pode se arrepender mais tarde, quando finalmente tiver certeza, e não ter como voltar para corrigir a situação.

Não seja tão educado...

Imagine a seguinte cena...

Volta da faculdade, terça-feira, 22:30h.
Duas amigas pegam a comum lotação para voltar para casa... ( se você nunca pegou uma não sabe como funciona.... só quem anda sabe). Sentam e começam a conversar...
********
Enquanto isso um casal entra e para em pé ao lado delas. Ambos com mochilas nas mãos. Os dois conversavam sobre alguma coisa que tinha estourado, mas as meninas não sabiam o que era.... e nem lhes interessava.
********
A conversa deles era mais ou menos assim:
_ Estourou?
_Acho que sim!
(O primeiro rapaz olhando e colocando a mão no outro para se certificar....)
Ambos olham para alguma coisa abaixo da cintura e o que se certifica responde ao namorado:
_ É, estourou!
********
Só que as duas estavam tão entretidas que nem haviam assimilado aquilo, até que...

A garota sentada na ponta do banco, querendo ser educada, oferece-se para segurar a bolsa de um dos rapazes (uma coisa comum entre estudantes que pegam ônibus lotado) que, neste exato instante, estava sendo tocado abaixo da cintura pelo seu namorado... (é isso mesmo, abaixo....)

E foi nesse momento que, a garota-quer-ser-educada, sem perceber ou entender o que estava acontecendo e, detalhe, sentada à altura da cintura do rapaz, estende as mãos e pergunta :

_Você quer que eu segure??? ( Ela esqueceu de dizer "a bolsa")

A cena congela.
Os rapazes se entreolham.
A amiga da garota educada vira para a janela como que querendo sair por ela...
E a garota que fez a pergunta finalmente entende... ( mas já era tarde demais) Olha para o rapaz, para o zíper aberto, para o rapaz de novo... Põe as mãos no colo e vira-se para a amiga que finge nem conhecê-la.

_ Não, obrigado._ Diz o rapaz, segurando e subindo a mochila até cobrir seu zíper com ela.
***************

Moral da história: Educação vem de berço, mas nem sempre precisa ser utilizada... Há lugares e momentos..... Em outros o melhor é ficar quieta!
O zíper dele tinha estourado e o namorado estava conferindo... E ela... Bom, ela estava pagando o mico da semana...Porque afinal de contas, que raio de educação ela precisava ter naquele momento???
Lembrado por mim
Acontecido há exatamente 2 anos
Nem te conto com quem....

Saindo da caixa...

Everwood


"Quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas".
Eu não tenho certeza de quem foi a primeira pessoa que disse isso. Provavelmente Shakespeare, ou talvez Sting. Mas nesse momento, ela é a frase que melhor explica minha trágica falha: minha inabilidade de mudar. Não acho que eu esteja sozinho nisso.

Quanto mais eu conheço outras pessoas, mais eu percebo que essa é um tipo de falha de todo mundo. Ficando exatamente o mesmo maior tempo possível, ficando perfeitamente imóvel. Isso faz você se sentir bem de alguma maneira.

E se você estiver sofrendo, ao menos essa dor já é conhecida. Porque se você der aquele pulo de fé, sair fora da caixa, fazer algo inesperado... quem sabe qual outra dor pode estar te esperando lá fora?

Há chances de isso ser pior ainda. Então você mantém seu status quo, escolhe a estrada que já foi percorrida, e isso não parece ser ruim, não tanto quanto as falhas seriam.

Você não é um drogado, você não está matando ninguém... Exceto talvez matando um pouco de você mesmo.Quando nós finalmente mudamos, eu não acho que isso aconteça como um terremoto ou explosão, onde de repente nós somos pessoas diferentes.Eu acho que é menor que isso.

O tipo de coisa que a maioria das pessoas nem perceberiam a menos que realmente olhassem de muito perto.

O que, graças a Deus, elas nunca fazem. Mas você percebe isso. Dentro de você, sente aquela mudança como um mundo de diferença, e você espera que seja isso... Aquela é a pessoa que você será para sempre. Assim, você nunca terá que mudar de novo.


"Ephram Brow"


Tirado da série Everwood

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Simples gestos...


É tão bom quando alguém te faz rir, não é?

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Relacionamentos


Sempre acho que namoro, romance tem começo, meio e fim.

Como tudo na vida.
Detesto quando escuto aquela conversa:

- 'Ah, terminei o namoro... '

- 'Nossa, quanto tempo?'

- 'Cinco anos... Mas não deu certo... Acabou'

- É não deu...?

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou. E o bom da vida, é que você pode ter vários amores. Não acredito em pessoas que se complementam. Acredito em pessoas que se somam.

Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?

E não temos esta coisa completa.

(...) Às vezes ele é atencioso, mas não é trabalhador.

Às vezes ela é malhada, mas não é sensível.

TUDO nós não temos.

Perceba qual o aspecto que é mais importante e invista nele.

Pele é um bicho traiçoeiro. Quando você tem pele com alguém, podem ser as coisas mais básicas que é uma delícia.

E às vezes você tem alguém perto, tão extravagante, mas que não te impressiona...

Acho que o beijo é importante... E se o beijo bate, se joga... Se não bate , “ナMais um Martini, por favor”... E vá dar uma volta.

Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra. O outro tem o direito de não te querer.

Não lute, não ligue, não dê pití.

Se a pessoa ta com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.

Existe gente que precisa da ausência para querer a presença. O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos, mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, recessão de família?

O legal é alguém que está com você por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento.

Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?

Gostar dói.

Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.

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Diz-se que é do Arnaldo Jabor, mas eu não tenho certeza.
As frases em itálicos foram alteradas por mim.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

E o vento levou...

E o vento levou...


Se você resolver soltar palavras ao vento,
lembre-se antes de saber a direção em que ele está indo...

Open your eyes

Tudo acumulado
Tudo junto e misturado
Tudo que aqui não cabe
No vão dos dedos se escorre
Tudo que aqui não foi dito
no peito percorre
Tudo que aqui não foi feito
Na minha frente aparece
Tudo que aqui ficou contido
Na minha mente acontece
Borbulha, sobe, estoura, dissolve, desaparece
Tudo que não foi, já pode ter sido
De um jeito diferente, num molde não sonhado
Mas que deu no mesmo resultado
Por isso cuidado
Às vezes o que parece que não foi, está sendo
Agora mesmo, e você não está percebendo

Deus do Impossível

" Quando tudo diz que não, tua voz me encoraja a prosseguir
Quando tudo diz que não ou parece que o mar não vai se abrir
Sei que não estou só
E o que dizes sobre mim não pode se frustrar
Venha em meu favor
E cumpra em mim Teu querer"

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Precisa-se de um pedreiro

Você já pensou na profissão de pedreiro?
Hoje, tomando banho e deixando a água quente cair nas minhas costas (na esperança dela lavar a alma e levar para o ralo todas as complicações) comecei a pensar no... pedreiro.
É nele mesmo, ops, "nele" não ( já vai ter gente achando que algum pedreiro saradão está ocupando minha mente) não, eu estou falando da profissão pedreiro.
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Aqui em casa já passamos por várias reformas e sempre fomos criteriosos com o pedreiro a ser escolhido, afinal havia muitas coisas em risco, principalmente nossa casa. Então todo cuidado é pouco.
Enfim, vamos pegar o exemplo da reforma de uma casa.
Eu contrato um pedreiro para reformá-la e é isso que ele vai fazer, é nisso que vai se dedicar, é nisso que vai se envolver e se comprometer. Nada mais, nada menos.
Uma vez pronta a casa, ele recebe o seu salário final e se despede. Sua função acabou. Não importa quem vai usar a casa, ela não é dele. E se quiserem destrui-la de novo, ele também não tem nada com isso. Ele não é dono. Não pode chegar um belo dia e dizer: Puxa, ficou tão bonito que eu quero morar aqui!
Não, ele não foi chamado pra isso.
Entende?
Não. Talvez você não entenda. Então vou ser mais clara.
Somos chamados muitas vezes para uma obra de edificação de vidas, de reconstrução de paredes que foram derrubadas pelo tempo, pela dor, pela doença, pela traiçao, pela frustração...
Nosso trabalho é reconstruir. E lá vamos nós.
Nos dedicamos, nos envolvemos, nos comprometemos... Mas como nosso coração não é uma pá de pedreiro, nós sempre vamos além, queremos dar opiniões, queremos mudar certas coisas, queremos entrar e decidir a cor das paredes, a posição dos móveis e até quem vai morar lá.
Ou seja, nos envolvemos. Esquecemos que aquilo era um trabalho, como tantos outros que já foram e que virão. Esquecemos para que fomos chamados e corremos o risco de até estragarmos a obra ou pior, termos que ir embora antes da hora.
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Se Deus te chamou para uma obra de reconstrução, peça à Ele sabedoria, firmeza e domínio próprio para manter-se focado naquilo que Ele lhe chamou.
Não queira morar numa casa que não é sua.
Muito menos tente comprá-la, mesmo que momentaneamente ela esteja vazia.
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E não tente entender, nem eu consigo....

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Silenciosamente...


Tem horas que eu tenho vontade de escrever, escrever, escrever, falar, falar, falar até que tudo que está aqui no meu peito fique leve, leve... Por pra fora o que eu sinto, sem medos, receios ou vergonhas e não é exatamente pelo que eu estou vivendo. É uma mistura de tudo: passado, presente e futuro... Tudo acumulado e empurrando essa porta do meu peito. Sinto como que uma corrente de águas prestes a transbordar a margem e vindo com força total.
Mas é bom lembrar o quanto o coração é enganoso e por outro lado, o quanto as palavras marcam, ficam, não se apagam com o tempo.
Então às vezes é melhor calar, se controlar, repetir pra si : Vai com calma!! Se segura!! Pensa, pensa, pensa...
Mas a verdade é que tem horas que a gente não quer pensar...
Oh please..... Não hoje. Não agora.
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" Tudo que cala fala mais alto ao coração" Lulu Santos

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Nem sempre é óbvio...

Se algumas coisas são tão óbvias por que a gente demora tanto tempo pra entender?? Eu digo, anos, sabe...
O tempo passa rápido demais. Devíamos entender certas coisas com maior rapidez e assim nos livrarmos delas antes que criassem raízes.
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Pra que te espero, se você caminha pra nunca chegar??

Frases...

Pra que arriscar, se evitar é mais fácil?
Do amigo japa de sempre...
aliás você deveria ler o que

domingo, 16 de agosto de 2009

Árvore frutífera


Uma árvore frutífera chama a atenção de qualquer um que passe por ela. Ela tem raízes que a prendem ao solo de tal forma que nem ventos, nem tempestades conseguem destruí-la.

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Mas nem sempre foi assim.

Ela começou uma semente. Uma semente plantada.

Plantar inclui enterrar no solo, regar, alimentar... Com o cuidado constante, o investimento diário, a semente vai gerando vida em si, dando origem a "braços e pernas" que vão rompendo o solo e se prendendo , se firmando, encontrando seu espaço.

Por outro lado, lá em cima, acima do solo, vão aparecendo pequenos sinais de que ali algo está pra acontecer. Pequenos galhinhos começam a surgir da terra e se esticar para cima. Em cada um deles, centenas de folhinhas ameaçam nascer... Esses galhos crescem, o caule se firma, as folhas novas, verdes e grandes vão dando forma àquilo que agora chamamos: árvore.

Mas não acaba aí... Começam a surgir flores, coloridas, lindas, perfumadas e elas são o sinal claro de que em breve aparecerão os frutos.

Logo isso se confirma. Eles nascem e completam aquele cenário. Ocupam o espaço que lhes pertence e oferecem a quem está ao seu redor o alimento necessário.

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É assim também em nossa vida. A bíblia diz que aquele que medita na palavra dia e noite é como árvore plantada junto a ribeiros de água, a qual dá o seu fruto na estação própria e cujas folhas não murcham.

Mas nós não nascemos árvores... Fomos plantados na Palavra.

Um dia a aceitamos, cremos e então algo começou a nascer em nós. Criamos raízes a ponto de nenhum vento de doutrina nos derrubar. E crescemos. Ah que lindo isso!! Nós crescemos para cima! Nossas palavras, nossas forças, nossa esperança se renovam como as folhas.

Oferecemos flores, enfeitamos ambientes com nossa presença, perfumamos com o bom perfume de Cristo...

E sim, nós damos frutos! Frutos que alimentam todo aquele que sente fome. Frutos que mostram a quem servimos. Frutos de discípulos que bem aprenderam a lição do seu Mestre. Frutos que permanecem!
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" (...) tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.

Pois será como árvore plantada junto a ribeiros de águas,

a qual dá o seu fruto na estação própria

e cujas folhas não caem,

e tudo quanto fizer prosperará"

( Salmos 1:2-3)"

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Porque ele será como árvore plantada junto as águas,

que estende as suas raízes para o ribeiro

e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde;

e no ano da sequidão, não se afadiga

nem deixa de dar fruto."

Jeremias 17: 7-8

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(...) e vos nomeei para que vades e deis fruto

e o vosso fruto permaneça (...)

João 15:16

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Dan

Na fidelidade de Deus

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Noites de Tormenta



Noites de Tormenta: Um filme bárbaro, não necessariamente com um final feliz, mas com um final que nos faz pensar no tempo. Gastamos tempo ou investimos? Há uma grande diferença nisso. E nem sei ao certo porque estou falando disso, eu ia dizer uma coisa totalmente diferente mas estou sendo levada a mudar o rumo da conversa.


Tempo passa. Passa rápido demais. Ontem mesmo 5 garotos, pararam o carro ao meu lado e mexeram comigo. Qual não foi minha surpresa ao ver eram todos ex alunos do colégio onde trabalho. Estavam ali, dirigindo, comendo e se divertindo. Todos já na faculdade. Todos eles um dia passaram por mim.


Nosso tempo deve ser investido e não disperdiçado. Estar no trabalho não deve ser um gasto, mas um investimento. Estar na faculdade a mesma coisa. Partindo para os relacionamentos a coisa não muda. Seja a compra de uma roupa ou de uma casa a questão é: será um gasto a mais ou um investimento que mais tarde me trará resultados? Tudo depende de como vemos as coisas. De como encaramos.

Por mais difícil que pareça, não gaste; invista... Se você estiver gastando pare agora mesmo. Nunca é tarde para uma guinada na vida, pelo contrário, isso traz ânimo e desperta os sentidos.


Invista seu tempo naquilo ou naqueles que valem a pena!

O resultado é tão satisfatório que compensa qualquer sacrifício!

domingo, 9 de agosto de 2009

Friends

E um amigo novo pintou na área.
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Aliás, eu creio mais do que nunca que a gente paga a língua! Sou a prova disso!!
Conheci essa pessoa, se é que se pode dizer "conheci" num acampamento há uns meses atrás. Fiquei consternada!!! Horrorizada!!! Nunca, NUNCA imaginei ser amiga dessa pessoa.
Aí, você já sabe, o tempo passa e mostra a verdade pra gente. Uma verdade que a gente custa a acreditar. Uma verdade do tipo: ele é legal!!
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Sim, o tempo e Deus acima de tudo, se encarrega de colocar tudo em seu devido lugar e trazer às nossas vidas pessoas que acrescentam, somam e aumentam nossa alegria cotidiana.
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Welcome to my life!!

Impossível

Por que o impossível atrai tanto as pessoas?
Conheço gente que complica a vida depois reclama... Puxa, por que não escolhe o fácil, aquilo que está ali na cara do gol?? Por que voltar à zaga se é uma questão de chutar pro gol e cair pro abraço??
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Que gosto tem o impossível?
Um gosto de conquista, de enigmas, de descobertas, de filme hollywoodiano??
E quando se conquista, se descobre os enigmas, acaba o filme?
O que sobra? O que sobre minha gente??
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Ela sempre, sempre buscou o impossível.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Eu - Parte II

Eu já caí de barranco.
Já recebi troco errado e não percebi. Já fui assaltada à mão armada. Já caí de bicicleta porque não consegui fazer a curva.
Eu chorei de paixão aos 12 anos... Chorei aos 16, 18... a última vez que chorei, bom, não vou dizer quando foi... Já mandei carta de amor e passei a maior vergonha por causa disso.
Eu me apaixono fácil, mas esqueço com dificuldade. Sou perita em escolher pessoas erradas e em entregar quem amo para minhas amigas ( mas isso acabou!!)
Eu escondo o que sinto, sempre. Não me pergunte porque. Eu já amei meninos com nomes iguais e com nomes diferentes.
Já fui pra praia sozinha e lá fiquei uma semana. Já esqueci aniversários e já me omiti em outros. Já bati o carro. Já xinguei juiz de futebol.
Já usei aparelho nos dentes. Já me apaixonei por um professor. Já fui madrinha de casamento.
Eu perdi amigos e ganhei outros, mas nunca esqueci os primeiros.
Eu já fiz muita coisa... Deixei de fazer outras...
Me arrependo de algumas... Mas não desisti do que ainda quero.

domingo, 2 de agosto de 2009

Eu...

Ideia tirada do Pseudônimos...
Eu nunca morei sozinha. Nunca saí de cabelo solto e molhado ( a não ser na praia...) Nunca namorei escondido ( a única vez que tentei foi um desastre). Nunca fiquei bêbada. Nunca andei de patins ( a única vez que coloquei nos pés demorei um século pra ficar em pé e caí em seguida). Nunca bati em ninguém, nem arrumei briga em escola. Nunca esqueci o nome do meu 1º namorado: Marquito ( tinhamos 5 anos).
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Nunca trabalhei em escritório e nunca dirigi em São Paulo sozinha ( mas ainda vou). Nunca fui no embalo dos outros. Nunca virei estrela mas adorava virar cambalhota na piscina. Nunca roubei namorado de amiga minha ( nem de inimiga). Nunca traí mas já fui traída por "amiga". Nunca fui bem em matemática ( só quando fiz kumon). Nunca gostei da Xuxa. Nunca assisti ET.
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Nunca assisti Fábio Jr ao vivo ( mas não desisti da ideia). Nunca tive irmãos. Nunca quebrei uma parte do meu corpo. Nunca fugi de casa. Nunca nadei em rio. Nunca levei multa por velocidade. Nunca gostei de gente metida. Nunca gostei de ver você acompanhado.
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Não sei dar ré olhando pra trás. Não sei fazer minha unha com esmalte escuro. Não sei dançar. Não consigo rir de manhã ( mas vou aprender) Não sei trocar fuzível. Não aguento gente lerda. Não como jiló. Não vejo filme de terror. Não consigo digitar sem olhar pro teclado. Não durmo de barriga pra cima. Não saio sem bolsa. Não consigo dirigir sem cantar. Não gosto de pimentão, nem cebola crua. Não durmo de luz acesa. Não sei dar banho em bebê. Não consigo fingir que "tá tudo bem". Não sei esquecer quando ainda amo. Não sei dizer não ( mas já melhorei muito). Não sei gostar por conveniência, nem estar com alguém quando meu coração não mais dispara.
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Tenho medo de parar no tempo, de não fazer uma pós e um mestrado. Tenho medo de sair do foco, me distrair com coisas fúteis. Tenho medo de reservar lugar pra quem nunca virá. Tenho medo de filme de terror. Tenho medo de andar sozinha à noite. Tenho medo de me iludir. Tenho medo de não conseguir dizer não. Tenho medo de ousar. Teno medo de você não me amar.
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Gosto de vermelho, roxo, amarelo e verde. Gosto de dirigir. Amooo ir à praia, mesmo sozinha. Gosto de limão na comida e na coca cola. Amo acordar tarde no domingo. Gosto de estar apaixonada e de paquerar. Sei fazer arroz, feijão e bife acebolado. Gosto de cozinhar coisas diferentes. Sei andar de bicicicleta ( embora não faça isso há muito tempo). Gosto de nadar. Amo chocolate, café e yakissoba. Gosto do frio e do por-do-sol do outono. Gosto de dormir com edredom e celular do lado. Gosto de ler e escrever. Gosto de gente inteligente. Amo pessoas que tenham ideais. Gosto de cafuné e de abraço apertado. Amo minha profissão e meus alunos. Gosto de dormir de lado, virada pra parede. Gosto de sonhar com você.
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PS: Todos os "você" são imagináriossssss, que isso fique claro.
( Ao menos por enquanto)